13 de novembro de 2008

"Não se pode pensar em corações partidos, a vida é como um jogo, há sempre vidas extra e ainda há oportunidades de bónus"

David Fonseca no casino de Lisboa
Tenho saudades de dedicar tempo a pessoas.
Quando decidimos juntar um corpo, devemos ter em atenção (é uma atenção empírica, inconsciente e leve) que este seja do mesmo nível daquilo que somos capazes, é isso que nos faz gostar de alguém: que seja tão paralelo a nós. Paralelo até convergir no infinito. São estas coisas que nos fazem sentir donos de muito espaço tocando nem que seja minimamente mas infinitamente em algo que gostamos de sentir como igual. Sabendo que nunca escolhemos nada do catalogo das aperfeiçoes, admitindo como perfeita a pessoa que escolhemos sem intenção.







3 comentários:

Buh! disse...

as coisas perfeitas sao aborrecidas porque têm de ser sempre iguais, se as tentassemos mudar deixariam de ser perfeitas. imagina o casal perfeito, eram tão perfeitos q concordavam sempre um com o outro, a relação deles seria uma monotonia...

Chioo! disse...

São as pequenas coisas que deixam saudades, tal como as bolas de sabão. Isso e papoilas, lembro-me que no alentejo havia imensas e eu divertia-me a arrancar 2 ou 3 para levar para casa para por numa jarra feita por mim (era uma garrafa de água pequena e dp eu pintava-a). É dessas coisas que eu tenho saudades...

Cathe disse...

adoro bolas de sabão. e papoilas. e o teu texto :)

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