7 de novembro de 2008

O Homem veio com uma programação limite. Um curto prazo de sensações. A noção das coisas perde-se com o tempo ou então ganha-se. Feitos em medidas certas para encaixarmos no lugar certo tal como um (quase) processo de standarização, uma maquinização humana em edição perfeita. A hora certa para pessoas como nós raramente existe, ela volta caso passe. O que tiver de ser um dia, será o mesmo vezes sem conta. Funcionamos em regra geral como um circulo quase perfeito das coisas que vamos aglomerando carinhosamente ao longo do tempo, e das coisas que vamos distinguindo com um autocolante de alto risco. Sem nunca se saber até que ponto se chegou ao ponto mais ALTO, arrisca-se a vida ao ultimo segundo de respiração contínua, esperando que um dia congele, ou desejando sabe lá Deus porquê saltar dali para fora e fazer colecção de altos pontos na superfície terrestre.
"cada um com o corpo de cada qual".

2 comentários:

Buh! disse...

ines, gosto do teu ser e das coisas que ele escreve :)**

Chioo! disse...

Sabes porque é que a Joana é um doce? [descobri isto hoje na aula de efucação física) Porque quando a mãe dela estava grávida sofria de diabetes! x)

Prontos...

Oh pá, porque é que eu começo a ler os teus post's a meio e depois tenho de recomeçar? É que vejo uma coisa gigantesca e depois perco a coragem de não ler tudo, mas acabo o que estou a ler e começo de novo. É que é viciante! Adoro o que escreves!! :)